
The Rise of the New Groupthink por Susan Cain para o New York Times, discute o enfase aparentemente excessivo que actualmente é dado ao trabalho de equipa. Não que as equipas não sejam importantes, porque são, mas não é preciso as pessoas andarem sempre ao colo umas das outras.
«Without great solitude, no serious work is possible»
The information machine
Production Company: Eames (Charles And Ray)
Sponsor: IBM
Dot Matrix Revolution
DOT MATRIX REVOLUTION from superbrothers on Vimeo.
Liberdade de Expressão
A liberdade de expressão é um direito importante de manter, pelo menos enquanto quase ninguém o exercer.
Como uma reacção às medidas políticas que veem sendo tomadas para tentar domar a liberdade de expressão na internet foi apresentado no Chaos Communication Congress em Berlim, um plano para o lançamento de um satélite para «fornecer liberdade de expressão» a partir de um local onde as leis da censura não cheguem.
+ info no site da BBC News
ArtScene
Num tempo antes da internet como a conhecemos, já existiam pessoas a viver online e a criar comunidades numa coisa chamada BBS (Bulletin Board Systems). Fazia-se um telefonema, através de um modem para um outro computador, para ver conteúdos, trocar mensagens. Mas o assunto do dia é a ArtScene, uma comunidade com inúmeros grupos, alguns com centenas de pessoas e geridos quase como empresas. Nascida das limitações impostas pelos sistemas operativos não gráficos, vem mais tarde cair em desuso com o aparecimento dos interfaces gráficos (Windows 3.1), mas que continua actualmente a existir artefacto cultural, nos ficheiros .nfo que acompanham quase todos os lançamentos de software pirata.
Tenho o prazer de partilhar convosco o capítulo ArtScene parte integrante do documentário BBS—the Documentary por Jason Scott.
1938
uma curiosidade
“In 1938 the first wireless newspaper was sent from WOR radiostation in New York. Photo shows children reading the children’s page of a Missouri paper.”
«Em 1938 O primeiro jornal wireless foi enviado da estação de rádio WOR em Nova Iorque. A foto mostra crianças a ler a página infantil de um jornal do Missouri.
type interface type
2 interfaces experimentais à volta de tipografia.
Chartwell

Chartwell é um tipo de letra que cria gráficos simples a partir do input dos valores que irão compor o gráfico. Tal é conseguido através do uso de ligaturas (substituição de grupos de caracteres por um único caractér por ex. qualificado para qualificado).
Actualmente o software é capaz de fazer gráficos circulares, linerares e em barra.
Prototyp-0
Font generator / processing : prototyp-0 from yannick mathey on Vimeo.
Prototyp-o é um software que transforma os vários aspectos formais de uma letra em variáveis que podem ser livremente experimentadas pelo tipógrafo. Não poderá a evolução deste software e integração como os softwares de design actualmente disponíveis alterar significativamente os processos da construção de objectos de design de comunicação? Eu acho que sim a industria das fontes provavelmente acha que não
Todo List
A obcessão pela gestão de tarefas, gerou uma panóplia tão grande de aplicações que existe a tendedência para se passar uma parte consideravel do tempo a experimentar métodos e interfaces em vez de gerir as tarefas propriamente ditas.
Para mim assumi que experimentar estas apps faz parte do meu estudo de interfaces, o que me parece uma boa desculpa, ao mesmo tempo que para a real gestão de tarefas acabei por assentar numa aplicação inesperada.
Apresentando Task Warrior
A beleza deste sistema é que como aplicação de linha de comandos é tão simples ou tão complexa quanto necessário. Por exemplo para adicionar uma reunião na segunda feira: Faço ctrl+< (outro truque) e depois task add due:mon Reunião com fulano sem ter de esperar que nenhuma aplicação abra nem sequer que dia é segunda-feira.
Obviamente que o task warrior é feito para públicos muito específicos. Para trabalhos que envolvem várias pessoas, uma folha de cálculo partilhada no google spreadsheets é provavelmente a opção mais prática.
Interface mining
E assim começa, «escavando» interfaces dos mais reconditos, baús da internet.
em cima:
Manic Miner, 1983, por Mattew Smith programado no quarto da casa dos pais e como contrapartida do aluguer de um ZX Spectrum. Viria a tornar-se um dos jogos mais jogados de sempre em ZX Spectrum ao lado do seu mais elaborado sucessor Jet Set Willy. Fica na história como um dos percursores do estilo de jogos de plataformas e pela música durante o jogo, algo que até se pensava impossivel de implementar num Spectrum. Seguiria-se o desaparecimento do autor durante mais de uma década o que só veio ajudar à construção do mito.



